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[ 13 de fevereiro de 2020 by Natolog 0 Comments ]

Bolsonaro veta avaliação periódica de saúde a motoristas profissionais

 

O presidente Jair Bolsonaro decidiu vetar integralmente o projeto que garante aos motoristas de transporte rodoviário de passageiros e de cargas o direito de contar com programas permanentes de medicina ocupacional para avaliação periódica de saúde. A mensagem de veto foi publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira (27).

O Projeto de Lei 4365/16, do Senado, altera a Lei do Caminhoneiro e estabelece que as diretrizes, a periodicidade e o escopo da avaliação de saúde devem estar previstos em regulamento, que poderá prever mecanismos para tornar obrigatória a submissão do motorista profissional à avaliação periódica de saúde. O texto foi aprovado pela Câmara em outubro.

De acordo com a justificativa do Executivo para vetar a proposta, não havia a previsão de onde viria a fonte de recursos para o SUS custear essa avaliação de saúde e seria uma ofensa ao princípio da liberdade dos motoristas a obrigação de realizá-la. Foram ouvidos os Ministérios da Economia; e da Saúde.

Decisão final

veto ainda será apreciado em sessão conjunta do Congresso Nacional. Para derrubar um veto, são necessários os votos de pelo menos 257 deputados e 41 senadores.

As informações são da Agência Câmara

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Fonte: https://portaldotransito.com.br/noticias/transporte-de-carga/bolsonaro-veta-avaliacao-periodica-de-saude-motoristas-profissionais/

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[ 11 de fevereiro de 2020 by Natolog 0 Comments ]

Setor Logístico Vai Explodir no Brasil Durante os Próximos Anos, Aponta BTG

Para o BTG Pactual, o setor logístico no Brasil deverá mostrar expansão exponencial no decorrer dos próximos anos.
 
“O mercado nacional de logística está pronto para crescer muito nos próximos anos”, apontam os analistas Elvis Credendio e Gustavo Cambauva.
 
Os motivos para o otimismo são os seguintes: baixa relação ABL (Área Bruta Locável) per capita, recuperação da economia como um todo e aceleração do crescimento do e-commerce.
 
Déficit logístico
 
Neste contexto, a retomada econômica fomenta as operações das empresas que necessitam de espaços logísticos.
 
Por sua vez, o crescimento do e-commerce no Brasil resulta na necessidade pelas varejistas de espaços logísticos de alta qualidade.
 
Como resultado, o setor logístico no país teve absorção bruta de 795,3 mil metros quadrados, com absorção líquida de 452,3 mil metros quadrados, sendo cerca de 67% em propriedades nível A+.
 
Por fim, vale destacar que a taxa de vacância caiu 180 pontos-base, para 14,6%.
 
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Fonte: Money Times
Logística

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[ 29 de janeiro de 2020 by Natolog 0 Comments ]

Transporte de Cargas: Nova Proposta de Combustível é Apresentada ao Setor

Apresentação da Cadeia de gás natural (GNL) para representantes do transporte de cargas – (Foto: Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT)
 
Tendência mundial já adotada em países como Estados Unidos, China, Rússia, Índia, Espanha, Argentina, Colômbia e Peru, o uso de Gás Natural Liquefeito (GNL) como combustível em breve será uma realidade em Mato Grosso, especialmente para atender o corredor Rondonópolis (MT) – Miritituba (PA). Mensalmente circulam cerca de 53 mil caminhões de 1.681 km pelo corredor.
 
A informação é do diretor-presidente da MT Gás, Rafael Reis, que apresentou a proposta para representantes do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas de Mato Grosso (Sindmat). Segundo ele, esta nova opção de combustível gera uma estimativa de economia entre 30% e 38% em relação ao diesel.
 
“É uma redução muito grande no custo do combustível para as transportadoras. Consequentemente, reduzirá o valor do frete e dos produtos transportados, atendendo à orientação do governador Mauro Mendes de baixar os preços para o consumidor final e aumentar o consumo estadual”, diz.
 
Rafael Reis explica que a MT Gás elaborou um plano estratégico para concretização da proposta de uso desta opção de combustível no Estado, com a previsão de lançamento durante a 1ª Expo Transporte MT, a ser realizada em setembro deste ano.
 
“O mês de janeiro foi dedicado ao planejamento das ações, enquanto em fevereiro a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o Senai farão o estudo de viabilidade e logística para a implantação do projeto. Em junho, a MT Gás, cuja responsabilidade é a gestão do projeto, lança o edital de chamamento público (licitação) para escolher a empresa que fará a liquefação do gás natural para colocá-lo no mercado”, explica Rafael Reis.
 
Segundo o secretário adjunto de Turismo, Jefferson Moreno, que representou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Cesar Miranda, na reunião, com a determinação do governador Mauro Mendes de estabelecer um contrato de fornecimento de gás, contínuo, sem interrupções, já começaram a surgir novas demandas e oportunidades de negócios, como o GNL, que pode trazer uma economia de até 38% em relação ao diesel.
 
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Fonte:https://www.portalntc.org.br/publicacoes/blog/noticias/combustiveis/transporte-de-cargas-nova-proposta-de-combustivel-e-apresentada-ao-setor

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[ 23 de janeiro de 2020 by Natolog 0 Comments ]

Um Retrato da Logística Portuária no Brasil: Importância e Desafios

Cerca de 90% de todas as exportações do Brasil são realizadas pelo modal hidroviário, ou seja, rios, mares e oceanos são extremamente importantes para a economia do país. E para viabilizar esse tipo de transporte, a logística portuária é essencial.

Em contrapartida, o setor é o que menos recebe investimentos do governo federal. O Caderno Transportes, divulgado pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação no início do ano, revelou as quantias destinadas aos principais modais brasileiros.

Enquanto o setor rodoviário foi contemplado com um investimento de 8 bilhões de reais, o ferroviário com 5,1 bilhões e os aeroportos com 1,22 bilhão, os portos especificamente receberam apenas 397,5 milhões de reais no mesmo período.

A importância da logística portuária para o transporte brasileiro
Para que o um porto funcione de forma positiva e cumpra com seu papel, é necessário uma área de administração por trás do funcionamento, capaz de compreender todas as atividades responsáveis pela movimentação de cargas e propor soluções assertivas para questões inerentes ao transporte.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), os portos públicos brasileiros cresceram 3,2% no primeiro trimestre de 2018. Além do mais, esse modal é essencial para o transporte dos “granéis sólidos”, em que representam 61,8% de todo o movimento da categoria.

Por causa da importância da logística portuária, sua estrutura foi dividida em três tipos: complexo fixo, administração e operação. Elas devem funcionar de forma coordenada e profícua para que nenhum problema impeça o frete.

A prática no Porto de Santos
Considerado o maior da América Latina, o Porto de Santos vive uma crescente desde 2009, quando foi registrada uma movimentação de 83,2 milhões de toneladas de mercadorias. Para 2018 a previsão é de que o porto feche o ano com cerca de 131,3 milhões de toneladas transportadas.

Dessa quantidade cerca de 66% dos produtos foram destinados para o embarque enquanto o restante para desembarque. Toda essa demanda é formada por diversos tipos de mercadorias, incluindo desde commodities como soja e milho até containers.

Para equalizar todo esse processo e evitar um problema em efeito dominó, a logística deve ser eficaz e precisa. Vale ressaltar que o Porto de Santos, assim como muitos outros no Brasil, está intrinsecamente ligado ao transporte rodoviário, responsável por realizar grande parte do transporte das mercadorias até o porto em si.

Logística portuária: desafios
Em geral, os portos brasileiros possuem dois grandes problemas capazes de influenciar em sua capacidade de transporte: a burocracia e a falta de uma estrutura adequada, fatores que impedem uma eficiência no transporte de mercadorias a partir dos portos.

Uma queixa de muitos empresários com relação aos portos é o excesso de burocracia. Os trâmites legais para registrar ou liberar uma carga são extremamente demorados e podem levar vários dias.

A estrutura da maioria dos portos brasileiros é defasada e também pode trazer grandes consequências para a logística portuária no Brasil. Alguns portos estão sobrecarregados e não possuem terminais suficientes para o tamanho de sua demanda, o que torna todo o processo ainda mais lento.

Comparação com a logística portuária de outros países

Considerado o mais eficiente do mundo ocidental, o Porto de Roterdã possui uma logística que deve ser estudada e servir de inspiração para o Porto do Santos, que possui um espaço significativo e sofre críticas de muitos empresários e estudiosos.

Segundo os dados revelados por cada porto, enquanto o de Roterdã movimentou 12 milhões de TEUs, o equivalente a 440 milhões de toneladas, o de Santos prevê para 2018 a movimentação de apenas 131 milhões de toneladas, pouco mais de um quarto da capacidade do porto holandês.

Possíveis ações para melhorar a logística dos portos brasileiros
Algumas soluções são idealizadas para equilibrar a movimentação de cargas dos portos brasileiros e potencializar o transporte portuário no Brasil. Uma dessas ações é a cabotagem, ou seja, a navegação de navios e barcos entre portos de um mesmo país.

No Porto de Itajaí, localizado em Santa Catarina, essa prática cresceu de 17.568 no primeiro semestre de 2017 para 40.555 no mesmo período de 2018. O Assessor de direção da Superintendência do porto revelou ao O Município a importância desse tipo de transporte: “Esse sistema tem tudo para incrementar no aumento de movimentação e assim se consolidar neste segundo semestre tornando-se uma importante alternativa no transporte de cargas”.

Além disso, uma regulamentação mais flexível e a busca por investimentos públicos e privados também poderiam ser soluções para os problemas dos portos brasileiros. Uma estimativa divulgada no Congresso Internacional de Desempenho Portuário revelou que o Brasil precisa de um investimento de 1 trilhão de reais para melhorar as condições de seus portos, possibilitando uma melhor ação da logística portuária.

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Fonte:http://negociosemtransporte.grupott.com.br/um-retrato-da-l…/

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[ 22 de janeiro de 2020 by Natolog 0 Comments ]

Bolsonaro Veta Avaliação Periódica de Saúde a Motoristas Profissionais

Segundo o governo, seria uma ofensa ao princípio da liberdade social obrigar os motoristas a realizar a avaliação de saúde
 
Lei do descanso
 
O presidente Jair Bolsonaro decidiu vetar integralmente o projeto que garante aos motoristas de transporte rodoviário de passageiros e de cargas o direito de contar com programas permanentes de medicina ocupacional para avaliação periódica de saúde. A mensagem de veto foi publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira (27).
 
O Projeto de Lei 4365/16, do Senado, altera a Lei do Caminhoneiro e estabelece que as diretrizes, a periodicidade e o escopo da avaliação de saúde devem estar previstos em regulamento, que poderá prever mecanismos para tornar obrigatória a submissão do motorista profissional à avaliação periódica de saúde. O texto foi aprovado pela Câmara em outubro.
 
De acordo com a justificativa do Executivo para vetar a proposta, não havia a previsão de onde viria a fonte de recursos para o SUS custear essa avaliação de saúde e seria uma ofensa ao princípio da liberdade dos motoristas a obrigação de realizá-la. Foram ouvidos os Ministérios da Economia; e da Saúde.
 
Decisão final
O veto ainda será apreciado em sessão conjunta do Congresso Nacional. Para derrubar um veto, são necessários os votos de pelo menos 257 deputados e 41 senadores.
 
As informações são da Agência Câmara
 
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Fonte:https://portaldotransito.com.br/noticias/transporte-de-carga/bolsonaro-veta-avaliacao-periodica-de-saude-motoristas-profissionais/

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[ 15 de janeiro de 2020 by Natolog 0 Comments ]

Petrobras Reduzirá em 3% Preço Médio da Gasolina e do Diesel nas Refinarias

A gasolina não sofria um reajuste desde 1º de dezembro, enquanto o diesel tinha a cotação estável desde 21 de dezembro.
 
A Petrobras reduzirá o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias em 3% a partir desta terça-feira (14), informou a companhia, após ter mantido os valores de ambos os combustíveis estáveis por semanas.
 
A gasolina não sofria um reajuste desde 1º de dezembro, enquanto o diesel tinha a cotação estável desde 21 de dezembro, quando houve um aumento de 3%. Nos preços da gasolina, houve um aumento de 4% no dia 27 de novembro.
 
A Petrobras tem reiterado que sua política de preços para a gasolina e o diesel segue o princípio da paridade de importação, formada pela cotação internacional dos produtos mais os custos de importadores, como transporte e taxas portuárias, com impacto também do câmbio, destaca a Reuters.
 
A redução do preço dos combustíveis nas refinarias ocorre após um acomodação dos preços internacionais do petróleo.
 
O petróleo Brent (referência internacional) fechou abaixo dos US$ 65 por barril na sexta-feira (10) e registrou a primeira queda semanal (-5,3%) desde o final de novembro, em patamares inferiores aos registrados antes do início das tensões no Oriente Médio. No dia 6, o preço do barril do tipo Brent chegou a bater US$ 70, valor mais alto desde setembro.
 
No dia 3, após os ataques dos Estados Unidos que mataram um comandante militar do Irã e elevaram a tensão no Oriente Médio, a Petrobras divulgou comunicado em que já afirmava que não faria um reajuste imediato nos preços dos combustíveis.
 
A estatal destacou na ocasião que, “de acordo com suas práticas de precificação vigentes”, não há periodicidade pré-definida para reajustes dos valores dos combustíveis nas refinarias.
 
“Os reajustes estão bem em consonância com o que aconteceu no mercado internacional. As cotações devolveram bastante depois do pico da crise no Oriente Médio, e eles (o mercado) já tiraram praticamente todo o risco do preço do petróleo”, afirmou à Reuters o chefe da área de óleo e gás da consultoria INTL FCStone, Thadeu Silva.
 
“Na semana passada, a Petrobras já poderia ter reduzido o preço, mas eu acredito que eles esperaram a situação se acalmar, passar o fim de semana, para ver se não haveria nenhum repique na crise lá fora.”
 
Em meio a preocupações com os possíveis efeitos de tensões no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis, o governo federal tem estudado alternativas para aliviar repasses de altas do petróleo aos combustíveis.
 
 
O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse durante na semana passada que o governo avalia utilizar recursos de royalties e participações especiais cobradas sobre a produção de petróleo para compensar eventuais impactos dos preços internacionais nas bombas.
 
Ministro diz que deve apresentar a Bolsonaro mecanismo para absorver altas do petróleo
O presidente Jair Bolsonaro tem reiterado que seu governo não irá intervir na política de preços da Petrobras.
 
Mudanças no ICMS são discutidas para novo cálculo do preço da gasolina
 
Preço nos postos
O repasse dos ajustes de preço nas refinarias para o consumidor final nos postos depende de diversos fatores, como impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis.
 
Preços do etanol e diesel fecham acima da inflação em 2019
Na semana passada, o preço da gasolina ficou estável nos postos e interrompeu uma sequência de dez aumentos consecutivos, segundo dados da pesquisa semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
 
De acordo com o levantamento da ANP, o valor médio da gasolina por litro permaneceu em R$ 4,558. Já o preço do diesel teve leve alta de 0,11% na semana, para R$ 3,783 por litro, em média. O preço do etanol também subiu com mais força, com avanço de 0,35% na semana, para R$ 3,185 por litro.
 
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Fonte:https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/01/13/petrobras-reduzira-em-3-preco-medio-da-gasolina-e-do-diesel-nas-refinarias.ghtml

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[ 14 de janeiro de 2020 by Natolog 0 Comments ]

O Que Esperar para o Segmento Logístico em 2020?

Confira quais são as tendências deste mercado, segundo a Intecom Logística
 
Com a expectativa de consolidação para a retomada da economia brasileira em 2020, com previsão de crescimento do PIB em 2,5%, muitos setores estão com uma perspectiva promissora para este ano, de aumento da produção, das vendas e, consequentemente, dos resultados financeiros.
 
No setor logístico, não é diferente. No entanto, o segmento ainda possui entraves e desafios, como o modal rodoviário do País defasado e o custo elevado do frete. Por isso, em logística, é preciso acompanhar as tendências para ser eficiente, gerar satisfação e se manter competitivo neste mercado.
Pensando neste cenário, o gerente comercial da Intecom Logística, Hésio Ferreira, separou algumas das tendências deste segmento, que você não pode deixar de lado. Confira abaixo:
 
1 – Foco do cliente
Ver o negócio da empresa por meio do “olhar” ou da perspectiva do cliente, seja empresa ou consumidor final, é uma das principais premissas para se manter a competitividade em logística. Com o avanço das relações de consumo, o cliente deve estar no centro das atenções e estratégias de uma empresa. Sendo assim, atender as suas expectativas e proporcionar-lhe uma boa experiência deve ser o ponto principal para qualquer processo, planejamento ou entrega.
 
 
2 – Entrega dentro do prazo
Em logística, a entrega dentro do prazo, ou seja, nível de eficiência, é um dos principais termômetros do serviço prestado. Na Intecom Logística, esse índice está sempre acima da média do mercado. Atrasos ou falta de entrega podem derrubar o nível de satisfação do cliente e comprometer o negócio, principalmente em caso de grandes varejistas e comércios em geral, nos quais a disponibilidade dos produtos nas gôndolas deve ser permanente.
 
 
3 – Uso de tecnologia de ponta
A adoção de novas tecnologias não pode ficar de fora de forma alguma. O acompanhamento de todo o processo logístico – do armazém, gerenciamento de estoques, até a entrega ao cliente final – é possível por meio de suporte tecnológico de última geração. Segundo Ferreira, a Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) é indispensável para a integração inteligente da logística.
A alta tecnologia usada nas operações é um componente fundamental no bom desempenho da Intecom. A empresa utiliza softwares TMS, WMS, TRACKING e ERP, sistemas robustos, porém flexíveis, customizáveis e de linguagem acessível a outras tecnologias de ponta. “Com essas soluções é possível para o cliente acessar remotamente os estoques, pedidos em produção, o que foi expedido e entregue em todo o Brasil, bem como os indicadores de performance (KPIs) das operações”, aponta Ferreira.
 
 
4 – Eficiência
Eficiência é a palavra que deve estar em cada uma das fases logísticas para a sua empresa ter sucesso. Mas, para alcançar um nível eficiente, é preciso planejamento e assertividade em cada uma das etapas. Colocar na ponta do lápis cada uma das fases da cadeia logística e seus respectivos custos, pode auxiliar na revisão e otimização das etapas e valores, gerando maior eficiência para o todo. Lembrando que estoques parados geram custos desnecessários.
 
 
5 – Alcance de bons resultados
Ao gerar eficiência para toda a cadeia logística e criar a satisfação das partes envolvidas, atingir resultados financeiros satisfatórios é consequência, gerando um negócio sustentável. “Por isso, nosso objetivo é integrar de forma inteligente toda a cadeia logística envolvendo importação, fornecedores, gestão de armazém e entregas até o cliente final. A atuação da Intecom abrange do planejamento à operação logística”, explica Ferreira.
 
Assessoria de Imprensa
 
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Fonte:http://www.cargonews.com.br/o-que-esperar-para-o-segmento-logistico-em-2020/

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[ 13 de janeiro de 2020 by Natolog 0 Comments ]

AEB Projeta Queda nas Exportações e Incremento das Importações em 2020

 

Balança comercial estima vendas externas de US$ 217,341 bilhões

A primeira previsão para a balança comercial em 2020, divulgada hoje (18) pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), estima exportações de US$ 217,341 bilhões, com queda de 3,2% em relação aos US$ 224,447 bilhões estimados para 2019; importações de US$ 191,211 bilhões, aumento de 6,6% em relação aos US$ 179,248 bilhões estimados para este ano; e ‘superávit’ de US$ 26,130 bilhões em 2020, retração de 42,2% em relação aos US$ 45,199 bilhões estimados para 2019.

Segundo disse à Agência Brasil o presidente-executivo da AEB, José Augusto de Castro, a projeção aponta para um fator positivo, que é o crescimento do mercado interno, o que vai estimular as importações. “A gente projeta um aumento de 6,6%”. Já as exportações deverão sofrer redução de 3,2%, por conta das commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado externo), porque os manufaturados não têm força para crescer. “Então, caem os manufaturados e caem as commodities também, devido à guerra comercial entre China e Estados Unidos”. De acordo com a AEB, essa guerra comercial vai afetar, principalmente, a soja brasileira.

Com a queda de 3,2% das exportações e o aumento de 6,6% das importações, Castro afirmou que a contribuição do comércio exterior para o Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os produtos e serviços fabricados no país) será negativa no próximo ano.

Soja

O presidente explicou que a soja é o principal produto nacional que será afetado. Ele não vê muitos problemas para a exportação de carnes, nem de açúcar ou suco de laranja do Brasil. “Basicamente, (a perda) vai estar concentrada na soja”. Se o acordo comercial entre China e Estados Unidos estabelecer a obrigatoriedade de a China comprar entre US$ 30 bilhões e US$ 50 bilhões dos Estados Unidos, vai haver uma forte redução da produção de milho americano e aumento da produção de soja. “Aí, sim, o Brasil seria prejudicado.”

Em relação ao petróleo, afirmou que não há uma linha de ação definida. “É um tipo de produto que fica ao sabor do que acontece, principalmente com o Irã”. Explicou que hoje, como o Irã deu um corte significativo na produção, tem petróleo sobrando no mundo e a Organização dos Países Produtores de Petróleo (OPEP) está fazendo um esforço para que a demanda e a oferta fiquem equilibradas e não haja queda no preço do petróleo. “Mas é um cenário em que, de uma hora para outra, pode mudar tudo”. A AEB prevê queda no preço do petróleo no próximo ano, com a quantidade permanecendo no patamar atual. “O preço está mostrando uma certa fraqueza, porque tem muita gente produzindo petróleo, inclusive o Brasil.”

A crise na Argentina afetará o consumo interno e a exportação de manufaturados do Brasil, admitiu José Augusto de Castro. Para 2020, a AEB projeta queda de 4,5% nas exportações de produtos manufaturados, seja pela falta de competitividade do Brasil, seja pela crise da Argentina que eclodiu em 2018. Castro disse que a taxa cambial continuando a subir favorece em parte as exportações brasileiras.

Virada

De acordo com AEB, 2021 deverá ser o ano da virada do comércio exterior brasileiro, principalmente manufaturados. “Porque existe uma série de ações que estão sendo adotadas hoje, seja a reforma previdenciária, trabalhista, administrativa, tributária, a implementação do Acordo de Facilitação do Comércio, o portal único do comércio exterior, a redução do custo Brasil. É uma série de fatores que vai reduzir custos. Isso vai abrir novos mercados para o Brasil a partir de 2021”. Castro destacou que a ausência dessas reformas fez com que, desde 2014, o país ficasse estagnado em termos de volume de exportação de manufaturados. “A gente precisa de novos ares e novos mercados”. Estudo recente divulgado pelo Ministério da Economia revela que o custo Brasil consome R$ 1,5 trilhão e representa 22% do PIB brasileiro.

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Fonte:https://www.portalntc.org.br/…/aeb-projeta-queda-nas-export…

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[ 23 de dezembro de 2019 by Natolog 0 Comments ]

Petrobras Eleva em 3% Preço Médio do Diesel, Mas Mantém o da Gasolina

 

Posto de combustível na Avenida Angélica, em São Paulo (SP) com o valor da gasolina acima de R$ 5,00 – 11/09/2018 Danilo Verpa/Folhapress

A Petrobras elevará o preço médio do diesel em suas refinarias em 3% a partir de sábado, enquanto manterá estável o valor da gasolina, afirmou à Reuters a petroleira estatal nesta sexta-feira.

O último reajuste no diesel, combustível mais comercializado do Brasil, ocorreu em 4 de dezembro.

O repasse dos ajustes de preço nas refinarias para o consumidor final nos postos não é imediato e depende ainda de diversos fatores, como impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis.

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Fonte:https://veja.abril.com.br/…/petrobras-eleva-em-3-preco-med…/

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[ 13 de dezembro de 2019 by Natolog 0 Comments ]

Número de Negócios Sobe 15% no Fim de Ano e Intensifica Transporte de Cargas

 

O transporte de cargas cresce paralelamente ao fechamento de novos negócios que atinge média de 15%. As mercadorias com maior aumento são: alimentos, eletroeletrônicos, medicamentos, bebidas, combustíveis e produtos têxteis.

Datas como Natal e Reveillon estimulam as vendas, todos sabem. O que talvez nem todos reparem é a relação entre a intensidade do movimento de abastecimento e reposição nas lojas e a circulação de cargas pelas nossas rodovias, que obviamente também aumenta. Ou seja, o aumento das vendas estimula o transporte.

O segundo semestre é o que mais estimula o transporte
Não foi por acaso que usamos o Natal como exemplo. É no segundo semestre do ano que a economia se otimiza, mais negócios são fechados. Um levantamento do Porto Seguro Transportes mostrou que no período, nos últimos anos, houve registro de acréscimo de 10 a 15% no número de fechamento de negócios, em comparação aos seis primeiros meses do ano.

As mercadorias que estimulam o transporte
Certamente, você já imagina que os produtos alimentícios puxariam a lista de mercadorias mais transportadas no segundo semestre. Acertou! Além deles, se destacam os eletroeletrônicos, medicamentos, bebidas, combustíveis e produtos têxteis.

As regiões que concentram o aumento nos transportes
Entre as regiões que concentram o maior volume de circulação de cargas nesse período estão Sul e Sudeste, devido à alta diversidade de polos que se encontram nessas localidades.
Vale ressaltar que o setor de transporte é responsável pela condução de 75% das mercadorias brasileiras pelas rodovias do país, segundo a pesquisa Custos Logísticos no Brasil, da Fundação Dom Cabral.

Crescimento também sugere aumento nos riscos
Por consequência, a intensificação de cargas traz a trona alguns riscos com a segurança. Afinal, há mais caminhões, mais produtos, mais embarques, mais valores. Rose Matos, gerente do Porto Seguro Transportes, diz que para manter-se a salvo dos riscos é importante contratar um seguro. Além de, manter as atividades da empresa e garantir que as entregas aconteçam.
Rose esclarece que o Porto Seguro Transportes oferece serviços que podem ser contratados tanto por donos de mercadorias a serem transportadas, para cobrir danos a carga, quanto por empresas transportadoras, para garantir as cargas de terceiros transportadas sob sua responsabilidade. Na contratação, como também na manutenção do seguro, é fundamental a participação do corretor.

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Fonte:https://revistamundologistica.com.br/…/numero-de-negocios-s…

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